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Supercopa do Brasil: Qual time mais precisa do título? Colunistas analisam peso para Flamengo e Corinthians

Por Redação FuTimão em 30/01/2026 17:24

A Supercopa do Brasil se aproxima e, com ela, a eterna discussão sobre a relevância de cada troféu. No programa "De Primeira", do Canal UOL, as opiniões de Fabiola Andrade e Paulo Vinícius Coelho oferecem um panorama sobre o que a disputa de domingo (1º), no Mané Garrincha, representa para Flamengo e Corinthians.

Enquanto o desejo de vitória é inerente a qualquer competição, a dimensão do que a conquista da Supercopa significa difere consideravelmente entre os dois gigantes do futebol brasileiro. A análise recai sobre o momento vivido por cada equipe e a necessidade de um resultado expressivo neste início de temporada.

A Necessidade Rubro-Negra em Meio à Instabilidade

"Eu tenho certeza que o título é mais importante para o Flamengo nesse momento", afirma Fabiola Andrade, justificando sua convicção. Ela aponta para uma "certa instabilidade" que paira sobre o clube carioca, mesmo com um elenco considerado o melhor do país e a iminente apresentação de Paquetá. A opção por iniciar o Campeonato Carioca com a equipe Sub-20 e a derrota na estreia do Campeonato Brasileiro para o São Paulo criaram um "incômodo" que, segundo a colunista, não se verifica no Parque São Jorge.

Ainda sobre o contexto flamenguista, Andrade descreve a situação como "uma loucura", contrastando-a com a aparente tranquilidade corintiana. O clube alvinegro, por sua vez, ainda colhe os louros de um título da Copa do Brasil conquistado na temporada anterior, uma façanha que nem mesmo seus torcedores esperavam com tanta convicção. Para a jornalista, o momento atual do Flamengo seria mais propício para "dar uma baixada na areia", buscando reafirmação.

O Troféu como Abertura de Temporada: Uma Perspectiva Ampla

Paulo Vinícius Coelho, por outro lado, traz uma visão mais pragmática sobre a Supercopa. "É claro que ninguém vai entrar em campo para perder. Ninguém entra em campo querendo perder. Você entra em campo querendo ganhar", reconhece PVC, mas questiona a "relevância do troféu". Ele descreve a competição como "uma festa de abertura da temporada nacional", papel que a Supercopa desempenha em outras ligas pelo mundo e para o qual foi concebida.

Apesar de reconhecer o valor de uma vitória, PVC argumenta que a Supercopa, em sua essência, é um marco simbólico. A pergunta que fica é: "Então eu vou entrar em campo e tudo bem se eu perder? Claro que não. Ninguém entra em campo para perder." Essa reflexão, no entanto, não diminui a importância intrínseca da disputa para os clubes envolvidos.

Expectativas para a Escalação e a Chegada de Reforços

Voltando ao aspecto tático e de escalação, PVC antecipa que o técnico Dorival Júnior buscará uma equipe competitiva contra o Flamengo. "Eu acho que ele vai mudar o time. Eu acho que ele vai jogar com Memphis e sem Garro. Eu acho que ele vai fazer um time com o Bidon", especula o comentarista, indicando possíveis ajustes na formação corintiana.

A possível estreia de um novo reforço também é abordada. "Ele pode assinar o contrato, está assinando agora à tarde, fazer inscrição no BID até às seis, e ele se apresentar amanhã, viajar para Brasília e jogar. Se ele for para o jogo, eu entendo que, em primeira análise, ele vai para o banco e entra no decorrer da partida, mas ele tem que assinar o contrato e ser inscrito no BID. E, a partir daí, acho que vai para o jogo", detalha PVC sobre o processo de regularização e participação de um atleta recém-contratado.

Contudo, há uma "contradição" apontada por ele: a súbita recuperação de uma lesão nas costas, que afastou o jogador dos últimos três jogos do West Ham. "Subitamente ele está curado. É do jogo, acontece", conclui PVC, em referência à imprevisibilidade do esporte.

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