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Piá, ex-Corinthians e Santos, preso em Sumaré após mandado de prisão
Por Redação FuTimão em 03/03/2026 12:02
O ex-atleta Reginaldo Rivelino Jandoso, conhecido no meio futebolístico como Piá, de 52 anos, foi detido na noite de ontem em Sumaré, interior de São Paulo. A prisão ocorreu no bairro Residencial Real Park, conforme informações confirmadas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
Durante uma ronda de patrulhamento, policiais militares abordaram o ex-jogador, que teve passagens notórias por clubes tradicionais como Corinthians, Santos e Ponte Preta. A abordagem revelou a existência de um mandado de prisão em aberto contra Piá.
Mandado de Prisão e Defesa do Ex-Atleta
De acordo com informações fornecidas pela defesa, o mandado de prisão é oriundo da 3ª Vara Criminal de Limeira e está relacionado a um incidente ocorrido em 2018. A sentença condenou Reginaldo a uma pena de 2 anos, 8 meses e 20 dias, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.
A equipe jurídica de Piá tem buscado a extinção da pena, argumentando que o ex-jogador não cometeu novos delitos, encontra-se reintegrado à sociedade e possui "comorbidades que exigem tratamento especial constante".
Histórico e Situação Atual de Piá
Esta marca a quinta vez que o ex-atleta é detido. As quatro prisões anteriores foram motivadas por furto de caixas eletrônicos.
A prisão de Reginaldo (Piá) em questão deriva de um mandado expedido pela 3ª Vara Criminal de Limeira, referente a um evento de 2018. A ordem judicial foi emitida após o trânsito em julgado da sentença que o condenou à pena mencionada, com início em regime fechado.
A defesa alega que está em discussão no judiciário a extinção da punibilidade com base em um decreto de 2025, que seria aplicável ao caso. Ressaltam que, desde o início da ação penal, não houve novos cometimentos criminais por parte de Reginaldo , que está "perfeitamente integrado ao convívio social", atua na gestão de atletas de futebol, dedica-se a um projeto social com crianças carentes na região, é pai de uma menina de 6 anos e, como já mencionado, apresenta condições de saúde que demandam acompanhamento médico especializado.
A argumentação jurídica atual foca na "eficácia da aplicação da lei penal, no caso concreto, principalmente quando falamos que o sistema penitenciário tem por objetivo primordial a recuperação do apenado". A disposição para seguir com os trâmites legais foi comunicada por Rodrigues de Mattos Sociedade de Advogados, representada por Pedro Henrique dos Anjos.
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