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Corinthians e Talleres próximos de acordo por Garro: Saiba os detalhes da negociação
Por Redação FuTimão em 23/03/2026 13:30
As conversas entre o Sport Club Corinthians Paulista e o Club Atlético Talleres de Córdoba para a liberação do meia Rodrigo Garro estão em fase final de consolidação. Fontes indicam que as diretorias dos clubes estão à beira de selar um compromisso que abrange a quitação de uma pendência financeira estimada em aproximadamente 7 milhões de dólares, quantia que representa cerca de R$ 37 milhões, com acréscimos decorrentes de encargos e juros acumulados. A única pendência que ainda requer definição reside na partilha da carga tributária inerente à transação, fator que impede, por ora, a oficialização do montante total a ser desembolsado pelo clube paulista.
Definição do Modelo de Pagamento
O plano de quitação proposto compreende a assinatura de um pré-acordo, seguido por um aporte inicial à vista em um prazo de até 15 dias. Espera-se que esta primeira parcela se situe na ordem de 4 milhões de dólares, equivalentes a R$ 21,2 milhões, com o saldo remanescente a ser liquidado em parcelas futuras. Tal arranjo representa um progresso significativo nas tratativas, contrastando com a exigência prévia do Talleres por um pagamento integral e imediato, conforme determinação da Fifa.
Intervenção Direta na Negociação
A alteração na postura do clube argentino foi resultado direto da visita de Osmar Stabile, diretor do Corinthians, à Argentina no mês de fevereiro. Acompanhado por André Lavieri, gerente financeiro do clube, Stabile obteve sucesso em abrir caminho para discussões mais flexíveis, viabilizando a aproximação entre as partes quanto à modalidade de pagamento.
O Imbróglio Financeiro com a Fifa
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) impôs ao Corinthians a obrigação de pagar ao Talleres a quantia de 3,6 milhões de dólares (R$ 19,1 milhões) pela transferência de Garro, somada a uma indenização de 722,4 mil dólares (R$ 3,8 milhões). Tais valores estão sujeitos a uma incidência de juros de 18% ao ano, contados a partir de janeiro de 2024, o que reforça a urgência na formalização do acordo para mitigar o aumento da dívida.
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